2007-04-21

Dia Mundial do Livro


21 horas
Leituras de Obras Prémios Nobel da Literatura, pela THEATRON - Associação Cultural

Local
Auditório da Biblioteca Municipal

A Biblioteca estará aberta das 10h às 22h.

2007-04-19

Santiago do Escoural vê a BODA


Ciclo da Primavera 2007, acontecimento cultural organizado pela Câmara Municipal, descentralizado pelas Juntas de Freguesia do concelho.

SANTIAGO DO ESCOURAL

21 de Abril às 21,30h
Boda, THEATRON - Associação Cultural

Local
Sociedade Recreativa Grupo União Escouralense

Org.: Junta de Freguesia de Santiago do Escoural

2007-03-30

Novos projectos

Informam-se todos os associados, que está a decorrer a preparação das duas novas Peças de Teatro. Todos aqueles que queiram participar, no elenco, na produção ou de qualquer outra forma, podem dirigir-se à sede ou os contactos normais, telefone 967401257 e actheatron@gmail.com.

Não sendo associado, mas queira participar, será sempre benvindo. Quanto mais participação houver, mais e melhor nós podemos fazer. Os contactos são os mesmos.

Apela-se à participação, porque outros projectos poderão surgir. Sendo a THEATRON uma Associação Cultural, há outras áreas, além do teatro, que poderão ser desenvolvidas.

Ficamos a aguardar.

2007-03-20

Dia do Teatro Amador, 21 de Março

Ser Teatro.
Ser Teatro?
Não é possível ser-se Teatro.
O que é o Teatro?
Teatro é personificação.
Conhecemos o que representa, e será que conhecemos quem o representa?
Nem Sempre.

O Teatro é amador. É feito pelo rosto desconhecido. Esse rosto que escreve, encena, representa e constrói uma realidade.

Percorre sítios nunca antes navegados e insemina o gosto a essas gentes infiéis às artes do palco.

Esse rosto, sempre disponível, dá tudo o que tem, faz tudo o que há a fazer, e recebe a recompensa de um sorriso, um aplauso. Recebe a recompensa, arruma as suas coisas... e parte. Parte sem saber para onde... apenas procura um novo sorriso, um novo aplauso.

Viaja com a sua família adoptiva. Essa mesma família que o levanta quando cai, dá animo quando não o tem e dá cor às suas brancas.

Sofre por amor. Quando se ama, agarramo-nos mais às coisas. Agarra a sua pequenez com uma alma enorme e transmorma-a na sua bandeira. Uma bandeira tão elevada, que por vezes confunde a realidade. A que existe e aquela que transforma.

Se este rosto é Teatro Amador... então SOMOS TEATRO !

E agora... Alcácer do Sal

Próxima paragem... Alcácer do Sal.

A Sociedade Recreativa recebe no próximo dia 24 de Março a Boda (sábado) pelas 21h30.

A próxima paragem está agendada, falta apenas confirmação de data. Em altura oportuna divulgaremos.

2007-03-14

1º Festival com Boda


O THEATRON vai estar presente no 1º Festival de Teatro Amador de Marvão.

Boda, foi a peça escolhida e irá ser representada em 18 de Março pelas 17h00.

2007-03-06

S.O.I.R a 9 de Março

Mulheres de A a Z em Évora na Sociedade Joaquim António de Aguiar, S.O.I.R., no dia 9 de Março pelas 21H30

2007-03-01

Mulheres do Município


Montemor-o-Novo comemora a 8 de Março o Dia do Município, Dia de S.João de Deus e o Dia Internacional da Mulher. Os festejos vão de dia 2 a 11 de Março.

Mulheres de A a Z vão integrar as comemorações no palco do Cine-Teatro Curvo Semedo no dia 7 de Março pelas 21H30.

Peça que figura como hino em festejo do Dia Internacional da Mulher. Se ainda não assistiu, aqui tem mais uma hipotese para assistir e identificar-se com algum tipo de mulher que é apresentado na peça.


2007-02-06

Assembleia Geral

Informa-se os Sócios da THEATRON que dia 11 de Março irá haver Assembleia Geral pelas 17H00, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto 1 - Apresentação do Relatório de Contas de 2006
Ponto 2 - Apresentação do Relatório de Actividades de 2006
Ponto 3 - Actualização do valor das quotas
Ponto 4 - Diversos

Se à hora marcada não se verificar o número necessário de presenças, a Assembleia Geral reunirá com o número de presentes, meia hora depois.

2007-01-29

Hoje somos aniversariantes

Hoje 29 de Janeiro a THEATRON comemora 9 anos de existência.

Dia 3 de Fevereiro, juntamente com a peça "Mulheres de A a Z" na Sociedade Carlista, vamos comemorar o aniversário. Mais um motivo para não perder esta peça.

A todos que contribuiram para estes 9 anos, o nosso sincero OBRIGADO.

As Mulheres voltaram


A peça "Mulheres de A a Z" estará em cena na Sociedade Carlista (Montemor-o-Novo) nos dias 2 e 3 de Fevereiro pelas 21h30.

As reservas poderão ser feitas para os telefones:
967401257 / 969648914

A reposição é para quem ainda não viu e para quem já viu.
Assim... não há motivo para faltar.

2006-12-04

Assembleia Geral e Jantar de Natal

Realizar-se-á em 16 de Dezembro de 2006, pelas 17h, a Assembleia Geral de Sócios da THEATRON - Associação Cultural, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto 1 - Apresentação do Plano de Actividades e Orçamento para 2007
Ponto 2 - Situação de Sócios com mais de 24 meses de quotas em atraso
Ponto 3 - Outros Assuntos
Se à hora marcada não se verificar o número necessário de presenças, a Assembleia geral reunirá com o número de presentes, meia hora depois.

O Natal está a chegar e, como já vem sendo habitual, a THEATRON irá organizar um jantar no dia 16 de Dezembro, pelas 20h30m. Os sócios que, queiram estar presentes podem entrar em contacto através do tm. 967401257 ou para o e-mail actheatron@gmail.com.

Esperamos pela vossa participação.

Mulheres na Amadora


O THEATRON foi convidado para integrar o cartaz do Amadora em Cena com uma das suas peças. Aceite o convite, caberá às Mulheres de A a Z estar em palco no Recreios da Amadora no dia 2 de Dezembro pelas 22h00.

Decorre de 23 Novembro e 10 de Dezembro a 4ª edição do «Amadora em Cena - Mostra de Teatro da Amadora», no Auditório de Alfornelos e Recreios da Amadora.

Com organização do Teatro Passagem de Nível, esta 4ª Edição encerrará as Comemorações dos 25 Anos de Actividade deste grupo de Teatro.

2006-11-13

Oficinas Artisticas THEATRON


A Theatron, como Associação Cultural, não tem só como actividade o Teatro, a Oficina de Artes Plásticas sensibiliza para outra vertente artística, dá aos seus formandos o conhecimento das técnicas e a aprendizagem nas formas de expressão.

Oficina, dirigida pela Professora Sofia Sampaio, está aberta a quem se quiser inscrever e a todas as idades, funciona na sede da Associação aos sábados de manhã das 11h às 13h, durante a semana horários a combinar.

As inscrições ou mais informações podem ser solicitadas para o tm:967401257 ou para e-mail


Sentes-te atraído(a) pelas Artes Plásticas ou queres aprofundar os teus conhecimentos, aqui tens uma oportunidade.


As aulas...













Os trabalhos em acrílico...




... e em aguarela...


2006-10-31

Hugo Sovelas no Teatro da Trindade

Ainda que em cidades do interior, como Montemor, os tradicionais bailes estejam a perder cada vez mais adeptos, em Lisboa, pelo contrário, a realização dessas tardes dançantes espalham-se pela capital como cogumelos, nos amplos salões das sociedades recreativas dos bairros tradicionais, passando até pelo enorme espaço do Mercado da Ribeira. Novos e menos novos, tentando fugir à solidão que o destino lhes reservou, vestem a sua melhor roupa e aproveitam a tarde de Domingo para dançar, conversar, namorar, engatar e, quem sabe, prolongar pela noite o que fora, apenas, um encontro ao acaso.

Salão de Baile, S.A.R.L., uma peça em cena no teatro da Trindade, em Lisboa, escrita com base num exaustivo trabalho de campo, levado a cabo pelo encenador e pelos actores, procura retratar as grandezas e misérias dos que querem fazer dos seus Domingos à tarde os momentos mais fortes da sua existência.

Estão lá todos: a mulher de meia-idade, solteirona, experiente, solidária com os que para ali vão carpir as mágoas; o professor de História de Arte, tímido, romântico, que acredita nas pessoas e que, por isso mesmo, se dá mal; a menina bonita, abandonada pelo marido, que por ali está à procura do amor; o pintas, engatatão, reformado das Forças Armadas, mentiroso e quezilento; o responsável pelas tardes dançantes, sempre preocupado com as quotas em atraso (e que não é o porreiraço que parece); a cantora Vanessa, uma mulher vibrante em palco mas frágil como qualquer outra, e, the last but not the least, o seu sóbrio acompanhante, organista/vocalista Raul que, com ela, abrilhanta as tardes de Domingo na colectividade.

Estão todos lá. O público também entra na história. E dança, e manifesta-se, e vive os dramas e as euforias daquela galeria de personagens que tem, afinal, um bocadinho de todos nós.

O Salão de Baile, S.A.R.L. vai estar no Teatro da Trindade, em Lisboa, de 19 de Outubro a 5 de Novembro (4ª a Sáb. às 21.30 e Domingo às 16 horas).


Encenação
Hugo Sovelas

Actores
Anabela Mira, Hugo Caroça, José Mateus, Maria João Miguel, Rui Sérgio, Sónia Neves e Hugo Sovelas.

João Luis Nabo

Outros textos

Uma bebedeira de Teatro

Teatro de A a Z

As imagens





2006-10-26

"Boda" em S.Cristovão

S.Cristovão, freguesia do concelho de Montemor-o-Novo, vai receber a Boda no próximo sábado, dia 28 de Outubro, pelas 21:30h.

Poderá ser o seu passeio de sábado. Conhecer S.Cristovão, saborear ao jantar o famoso coelho à S.Cristovão e ir ao teatro.


A freguesia de S. Cristovão, situada junto à margem direita da ribeira do mesmo nome, afluente da ribeira de Alcáçovas, dista da sua sede de concelho 19,2 km. Abrange uma área de 149,14 km2 e a sua população, rondando os cerca 1 100 habitantes, distribui-se pelos seguintes lugares: Baldios, Torre da Gadanha, Foros de Amendonça, Foros da Tojeira e Foros do Pinheiro. No termo de Montemor-o-Novo, S. Cristovão foi curato da apresentação do arcebispado de Évora. Em 1839 apareceu na comarca de Estremoz, em 1852, na de Arraiolos e, no ano seguinte, na de Montemor-o-Novo. A antiguidade do seu povoamento é remota e ascende, pelo menos, ao período da colonização romana, do qual, uma curiosa ponte romana testemunha a crescente necessidade de circulação de pessoas e mercadorias. S. Cristovão, protector das trovoadas e padroeiro dos viajantes que, segundo a lenda, teria transportado um menino que seria Jesus, dá o nome à freguesia que o celebra, em grande festividade, na data de 25 de Julho. Representado através de uma robusta escultura de madeira, talvez quinhentista, que sobreleva sobre o ombro esquerdo o Deus Menino, mostra-se o Santo, na igreja paroquial da freguesia. A data de fundação desta última, muito embora seja desconhecida, deve remontar aos primórdios do século XVI, conforme o comprova um exame de arquitectura feito à sua ábside. Envolvida por terras das courelas que, em 1758 pertenciam ao lavrador-fidalgo Martim Pessanha de Vasconcelos, apresenta uma frontaria voltada ao poente e acusa reformas do período seiscentista. O corpo da sua nave é alongado e protegido de gigantes rematados por pináculos piramidais. O seu alpendre de três arcos, redondos e abatidos, constitui-se, na sua simplicidade, como um característico exemplar das obras rústicas da região. No interior do templo, como uma verdadeira relíquia da arquitectura gótica da primeira metade de quinhentos, pode ser apreciada a capela-mor. Pinturas murais, seiscentistas, visíveis a subjacentes camadas de cal, merecem a nossa referência. Na sacristia actual, reformada no ano de 1704, guardam-se duas importantes pinturas: A Santíssima Trindade, da escola maneirista do ciclo eborense; e S. Miguel e As Almas do Purgatório, atribuída a Jerónimo Corte Real. Embora baptizados pelo povo de cruzeiros, existem na freguesia, três pequenos nichos oratórios, feitos de alvenaria, com empenas triangulares, destinados a estações da Via Sacra das procissões do Senhor Jesus dos Passos e, mais tarde, para repouso de cortejos fúnebres. Os mais antigos, foram implantados, um, na azinhaga do cemitério, outro, na Rua Dr. José Mouzinho. Levantou-se ainda o último, em casa do Largo Dr. Oliveira Salazar, o qual foi totalmente reformado com painel azulejar. Em direcção à Herdade da Lagoa, encontramos a Igreja de S. Romão, integrada na paróquia de S. Cristovão por decreto eclesiástico de 1966. Já existia em 1534, mas a data em que foi fundada está ainda por determinar. A arquitectura da sua frontaria é rústica e harmoniza-se com os seus pitorescos alçados cobertos por telhado de duas águas.

Texto retirado de "A Minha Terra"

2006-10-18

Sou daqueles...

Sou daqueles que tive a oportunidade feita felicidade de ver estas "Mulheres de A a Z", que me deixaram deslumbrado, sem qualquer favor.

Não sou, reconheço, grande conhecedor da arte teatral na sua mais genuína expressão. Sou, no entanto, alguém que pretende reconhecer o valor de todos aqueles que, de forma corajosa, vestem a pele de actores e nos oferecem um excelente espectáculo. Foi o que aconteceu no Rádio Cine, com a particularidade de estarmos a falar de amigos e amadores, mas que só são amadores de estatuto, não de classe.
É naturalmente muito gratificante poder constatar esta forma muito séria e profissional de trabalhar, que permitiu à Theatron oferecer-nos mais uma peça de grande qualidade.

Como o comentário já vai longo, e provavelmente pretensioso, resta-me deixar os meus parabéns a todos(as) que produziram e realizaram estas "Mulheres de A a Z". Para lá do espectáculo em si, esperemos também que a mensagem tenha sido efectivamente captada.

Só para terminar, se não teve oportunidade de ver, após este belíssimo texto do João Luís tem fortes razões para não voltar a perder qualquer oportunidade.

Continuem a trabalhar assim!...

Nós aplaudimos, com todo o gosto!...


M. J. Roque

2006-10-15

Teatro de A a Z

Falar de teatro em Montemor é falar de muita gente. De talentos que foram construindo aos poucos, nesta vila/cidade, o gosto pela representação, a vontade de pôr em palco o querer e o ser dos homens. O quase meio século que de mim se apropria é-me vantajoso em questões de memória. É por isso que teatro é igual a Domingos dos Santos, a Vítor Guita e, mais recentemente, a Hugo Sovelas, que arrastaram consigo, nos seus sonhos e aventuras, os actores montemorenses de várias gerações. As memórias de outros amigos ajudaram-me a entender quem foram as caras que deram ao teatro de Montemor novas formas de representar. O Manuel Filipe Vieira, o Vítor, o Prof. Carlos Cebola e o Prof. Oleiro falam-me amiúde, com saudade e com um brilho nos olhos, dessa figura que, à James Dean, cedo subiu ao firmamento onde as estrelas todas se encontrarão um dia - o Prof. Balbino, um encenador de raro talento, de quem eu de certeza seria amigo. Uma enorme lista me ocorre ainda e, sabendo da impossibilidade de nomeá-los como merecem, recordo o Manuel Justino Ferreira, com quem tive oportunidade de trabalhar bem de perto, nas Serrações da Velha, nas Marchas e noutros acontecimentos de sabor popular.

Mas é sobre teatro que quero escrever. Sobre o teatro dos clássicos e dos modernos, de Almeida Garrett e de Carlos Cebola, de Alves Redol e de… Carla Rodrigues. Da Carla e de um elenco magnífico, fruto directo das várias escolas que muitos deles frequentaram – a escola Domingos dos Santos, a escola Vítor Guita (por onde passaram dezenas de alunos da Secundária) e a escola Hugo Sovelas. Não fora esta mistura de saberes, de influências e de instintos, estas passagens de testemunho, discretas, embora afirmativas, aproveitadas sabiamente por todos os seus elementos, e o Theatron não seria o que é hoje.

Reparem que, em matéria de teatro, Montemor nunca precisou de importar fosse o que fosse. Técnicos? O saudoso Laurentino Reis Júnior e os seus focos de luz artesanais (utilizava, segundo reza a lenda, funis de alumínio), deram lugar ao Carlos Olivença, um luminotécnico da era moderna, indispensável em qualquer produção artística. Actores? Nunca faltaram (com algumas excepções quando, lá nos anos 40 e 50, as meninas não eram autorizadas pelos pais a sair à noite para participarem nos ensaios na Pedrista e na Carlista). Encenadores? Já aqui foquei vários. Dramaturgos? Também. O flagrante caso de Carlos Cebola (a mítica Cigarra e a Formiga e João Cidade, já com duas versões escritas e representadas) e a surpresa mais recente, que me deixou verdadeiramente feliz – o caso da Carla Rodrigues, montemorense dos sete costados, que escreveu (e encenou) num estilo profundo, mas não intelectual, tragicómico e, por isso, eficaz, uma peça para pôr os homens a pensar. E muito.

Não. Não vou escrever sobre a peça. Não há texto, por muito entusiasta e fulgurante que queira ser, que substitua uma ida ao teatro. Segundo me parece, Mulheres de A a Z, a mais recente produção do Theatron, vai subir ao palco novamente. Amâncio Você, o gerente do bar onde também nós somos actores, e Amândio Fava, o solícito, mas machista e não-te-rales, empregado de mesa, estarão, mais uma vez, à espera da clientela. E estejam atentos à Zara Sampaio e à Helena Rocha, dois verdadeiros animais de palco que, de amadoras, nada têm. Aproveitem também para apreciar a maturidade vocal do João Macedo Jr. e concluir que, para se cantar bem, não são necessários grandes aparatos.

João Luis Nabo

Outros textos do mesmo autor
Uma bebedeira de Teatro

2006-10-08

"Mulheres de A a Z"

Estreia em 2006

Escrito e encenado por Carla Rodrigues.



“Mulheres de A a Z” é um alfabeto de sentimentos, emoções e desilusões que fazem parte do quotidiano de qualquer ser humano. São retratos de mulheres que vivem cada momento como se fosse o primeiro das suas vidas, sempre com Amor. É o contraste entre os dois sexos, é a luta pela igualdade e principalmente é a procura do lugar da mulher na Sociedade.


Encenação
Carla Rodrigues

Produção
Custódia Santos

Cenografia
Graça Pires
Mimi Santos
Sofia Sampaio

Desenhos de Luz e Som, Luminotécnica e Sonoplastia
Joaquim Gervásio
Carlos Olivença

Músiva ao vivo
João Macedo (Jr.) e Suzy

Elenco
Bia Estroia
Carla Rodrigues
Cristina Freitas
Elisa Malhão
Fátima Pasadas
Fátima Matias
Helena Rocha
Rosa Souto Armas
Sónia Setúbal
Zara Sampaio
Bernardino Samina
João Macedo

A peça que todos os homens, abrigatóriamente, terão de ver!

A mulheres, obviamente ... Agradecem!

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8º Encontro THEATRON_Arteviva com "Noites de lua Cheia"

Dia 05 de Outubro
"Noites de Lua Cheia"
Companhia de Teatro do Barreiro - ArteViva
Local: Cine-teatro Curvo Semedo
21:30h

A peça “Noites de Lua Cheia”, uma comédia de Fernando Gomes, com encenação de Jorge Cardoso.


Pedro Alves, português, modelo de honra e virtude e, acima de tudo, chefe de família! Ou: a queda do filho do Pedro Alves em tentação. Ou: a queda da sobrinha de Pedro Alves noutra tentação. Ou: a queda do próprio Pedro Alves!!?? – Uma comédia de um dos melhores humoristas portugueses.